Agroflor realiza oficina sobre produção de bioinsumos no Sítio Feijão, em Bom Jardim.

A Associação de Agricultores e Agricultoras Agroecológicos de Bom Jardim (Agroflor) realizou, na terça-feira, 15 de setembro, uma oficina sobre produção e utilização de bioinsumos na agricultura, reunindo agricultores e agricultoras associadas em um importante momento de formação, troca de conhecimentos e valorização das práticas agroecológicas. A atividade aconteceu na propriedade da agricultora associada Dona Vanuza, localizada na comunidade do Sítio Feijão, em Bom Jardim-PE.

A oficina foi organizada como um espaço de aprendizagem coletiva, buscando fortalecer os conhecimentos das famílias agricultoras sobre alternativas sustentáveis para o manejo das plantações. Ao longo da atividade, foram compartilhadas orientações e experiências relacionadas à produção de bioinsumos na própria propriedade rural, considerando os recursos disponíveis localmente e as possibilidades de utilização dessas alternativas dentro dos sistemas de produção agroecológicas.

Os bioinsumos são produtos e soluções de origem biológica utilizados para contribuir com o manejo e o desenvolvimento das atividades agrícolas. Na perspectiva da agroecologia, sua utilização está relacionada à busca por sistemas de produção mais equilibrados e sustentáveis, que valorizem os processos naturais, a biodiversidade e os conhecimentos construídos pelas próprias famílias agricultoras. Dessa forma, os bioinsumos podem contribuir para a redução da dependência de insumos externos e para o fortalecimento da autonomia dos agricultores e agricultoras em seus processos produtivos.

Durante a oficina, também foram apresentadas possibilidades de utilização de materiais e recursos disponíveis nas próprias propriedades, demonstrando que a produção de determinados bioinsumos pode ser realizada de maneira acessível, desde que sejam observados os cuidados necessários em relação aos ingredientes, ao preparo, à higiene e às condições de armazenamento. A atividade destacou ainda a importância de utilizar recipientes adequados, devidamente higienizados e identificados, além de manter os preparados protegidos de condições que possam comprometer sua qualidade.

Outro aspecto abordado foi a necessidade de atenção e cuidado em todas as etapas do processo, desde a seleção dos materiais até o preparo, armazenamento e aplicação. Foram compartilhadas dicas práticas para evitar contaminações, facilitar a identificação dos produtos preparados e garantir maior segurança no manejo. A troca de experiências entre os participantes também possibilitou conhecer diferentes formas de utilização dos bioinsumos e refletir sobre sua adaptação às realidades e necessidades de cada propriedade.

Mais do que um momento de transmissão de conhecimentos, a oficina reafirmou a importância da formação continuada e da construção coletiva de saberes entre as famílias agricultoras. A valorização das experiências presentes nas comunidades rurais permite que conhecimentos tradicionais e novas práticas sejam compartilhados, experimentados e aperfeiçoados de acordo com as características de cada território.

Para a Agroflor, iniciativas como essa fazem parte do compromisso da organização com o fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia, incentivando práticas que contribuam para a sustentabilidade ambiental, a autonomia das famílias agricultoras e a produção de alimentos de forma responsável. A realização da oficina no próprio espaço de uma agricultora associada também reforça a importância da propriedade rural como ambiente de aprendizagem, experimentação e intercâmbio de conhecimentos.

A Agroflor segue buscando promover espaços de capacitação, diálogo e troca de experiências que contribuam para o fortalecimento da agricultura agroecológica em Bom Jardim e região. A partir da organização coletiva e da valorização dos conhecimentos construídos pelas próprias agricultoras e agricultores, a associação reafirma seu compromisso com uma agricultura que respeita a natureza, fortalece as comunidades e contribui para uma produção de alimentos mais sustentável.

Um mundo melhor é possível!

Redação: Glaydson Queiroz.

Publicado: 15/09/2026.

Agroflor promove formação em avicultura para associados e associadas em parceria com o SENAR Pernambuco.

Nas últimas semanas, a Agroflor — Associação de Agricultores e Agricultoras Agroecológicos de Bom Jardim — esteve envolvida na articulação e facilitação de dois importantes momentos de formação voltados aos seus associados e associadas, realizados em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (SENAR-PE). As capacitações aconteceram na comunidade do Sítio Feijão, em Bom Jardim (PE), e tiveram como foco a criação e o manejo de aves, atendendo a uma demanda identificada junto às famílias agricultoras.

O primeiro curso foi realizado nos dias 29 e 30 de julho, com a temática Avicultura de Postura, proporcionando aos participantes conhecimentos relacionados ao manejo de aves destinadas à produção de ovos. Ao longo da formação, foram trabalhados aspectos fundamentais para o desenvolvimento da atividade, contribuindo para que os agricultores e agricultoras pudessem ampliar seus conhecimentos e aprimorar as práticas adotadas em suas propriedades.

Na sequência, nos dias 10 e 11 de agosto, foi realizado o curso de Criação de Aves Caipiras, também direcionado aos associados(as) da Agroflor. A capacitação abordou conhecimentos e práticas relacionadas à criação de aves caipiras, considerando aspectos importantes para o planejamento, manejo e organização da atividade produtiva. A proposta foi fortalecer a autonomia das famílias agricultoras e contribuir para o desenvolvimento de alternativas produtivas que possam dialogar com a realidade das propriedades rurais do município.

As duas formações tiveram como instrutora Ana Paula Morais, que conduziu os momentos de aprendizagem de maneira dinâmica e participativa, combinando conteúdos teóricos com atividades práticas. A metodologia possibilitou que os participantes não apenas tivessem acesso a novos conhecimentos, mas também pudessem relacioná-los diretamente às situações vivenciadas no cotidiano das propriedades.

A realização dessas capacitações representa uma iniciativa importante da Agroflor no fortalecimento da formação continuada de seus associados(as). A associação compreende que o acesso à informação, à assistência e a processos de capacitação é fundamental para que as famílias agricultoras possam qualificar suas atividades, aprimorar seus processos de produção e construir estratégias mais adequadas às suas realidades.

Nesse sentido, a Agroflor tem buscado atuar a partir das necessidades apresentadas pelas próprias famílias associadas, identificando demandas e articulando oportunidades de formação que contribuam para o fortalecimento da agricultura familiar e da produção agroecológica no território. A iniciativa também amplia as possibilidades de diversificação produtiva, geração de renda e aproveitamento das potencialidades existentes nas propriedades rurais.

Para a associada Tatyane Gomes, participar dos cursos representou uma oportunidade significativa de aprendizado, especialmente pela abordagem prática adotada durante as atividades. Segundo ela, “foram dois dias de aprendizado que vou levar para a vida, como a planilha de planejamento”. O relato evidencia a importância de processos formativos que ultrapassam a transmissão de conteúdos e oferecem ferramentas que podem ser incorporadas ao planejamento e à organização das atividades desenvolvidas pelas famílias agricultoras.

Mais do que momentos pontuais de capacitação, as formações reforçam a importância da construção coletiva do conhecimento e da valorização dos saberes e experiências dos agricultores e agricultoras. Quando o conhecimento técnico dialoga com a realidade vivenciada no campo, criam-se condições mais favoráveis para que as famílias possam tomar decisões, planejar suas atividades e buscar soluções adequadas às suas necessidades.

A Agroflor agradece ao SENAR Pernambuco, à instrutora Ana Paula Morais e a todos os associados e associadas que participaram dos momentos formativos. A associação reafirma, assim, seu compromisso com a formação, a organização e o fortalecimento da agricultura familiar e agroecológica em Bom Jardim, contribuindo para que os agricultores e agricultoras tenham cada vez mais acesso a conhecimentos, ferramentas e oportunidades capazes de fortalecer suas atividades e a vida no campo.

Um mundo melhor é possível!

Redação: Glaydson Queiroz.

Publicado dia: 18/08/2026.

Agroflor participa da 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em Brasília.

A Agroflor participou da 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CNSAN), por meio de sua colaboradora Laysa Gomes, conselheira estadual e membra da comissão de produção e abastecimento. O evento foi realizado entre os dias 8 e 10 de junho de 2026, em Brasília (DF). O encontro reuniu representantes do poder público, movimentos sociais, pesquisadores, organizações da sociedade civil e agricultores e agricultoras de todo o Brasil para fortalecer o debate sobre o direito humano à alimentação adequada e a construção de políticas públicas voltadas à segurança alimentar e nutricional.

Com o tema “Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade”, a conferência teve como objetivo avaliar a implementação do III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III PLANSAN), discutir seus avanços e desafios e definir prioridades para o fortalecimento do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), este, que teve sua comemoração de 20 anos de atuação dentro da programação do evento, reconhecendo seu potencial de transformação na vida das pessoas beneficiadas.

A etapa nacional representou a conclusão de um amplo processo participativo iniciado nas conferências municipais, regionais e estaduais, que mobilizou milhares de pessoas em todo o país. Durante esse percurso, delegados e delegadas eleitos nas etapas locais levaram para Brasília as demandas, experiências e propostas construídas em seus territórios, fortalecendo a participação social na formulação das políticas públicas.

A participação da Agroflor reafirma seu compromisso com a promoção da soberania e da segurança alimentar, especialmente por meio do fortalecimento da agricultura familiar e da agroecologia. Nesse contexto, destaca-se a atuação da Associação de Agricultores e Agricultoras Agroecológicos de Bom Jardim, referência no território pela defesa do direito à alimentação adequada e pela participação em políticas públicas estratégicas, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Durante a conferência, foram debatidas propostas voltadas à ampliação da produção de alimentos saudáveis, ao fortalecimento da agroecologia, à reforma agrária, à inclusão de povos e comunidades tradicionais e à garantia de direitos para populações em situação de vulnerabilidade. As diretrizes construídas coletivamente foram consolidadas no manifesto final do evento, que orientará os próximos passos da política nacional de segurança alimentar e nutricional.

Outro importante destaque do período foi o anúncio do reajuste histórico no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), fortalecendo a participação da agricultura familiar no abastecimento da alimentação escolar e ampliando as oportunidades para agricultores e agricultoras que produzem alimentos saudáveis e de base agroecológica.

Para a Agroflor, participar da 6ª CNSAN representa mais do que acompanhar a construção de políticas públicas. É contribuir ativamente para um projeto de desenvolvimento que valoriza a agricultura familiar, a produção agroecológica e o acesso de toda a população à comida de verdade, reafirmando o compromisso da instituição com a construção de um sistema alimentar mais justo, sustentável e democrático.

Redação: Glaydson Queiroz.

Publicado dia: 20/07/2026.

Agroflor participa da 2ª edição do Caatinga Climate Week com intercâmbio agroecológico em Bom Jardim – PE.

A Associação de Agricultores e Agricultoras Agroecológicos(as) de Bom Jardim (Agroflor) integrou a programação da 2ª edição do Caatinga Climate Week, iniciativa do Centro Sabiá e do Instituto Socioambiental (ISA), realizada de 1 a 3 de julho de 2026. Com o tema “A Caatinga falando para o mundo”, o encontro reuniu comunidades, pesquisadores, organizações da sociedade civil e lideranças tradicionais para qualificar o debate sobre soluções climáticas no Semiárido, fortalecendo agendas de adaptação, conservação da sociobiodiversidade e promoção da justiça climática.

No dia 2 de julho, a Agroflor sediou o intercâmbio “Floresta de Alimentos” em seu território de identidade, proporcionando um espaço de aprendizado coletivo sobre práticas agroecológicas que conciliam produção, conservação do solo e da água, e aumento da resiliência dos agroecossistemas à variabilidade climática.

Foi promovida uma roda de conversa na sede da Agroflor, com partilha de experiências sobre manejo de agroecossistemas, transição agroecológica e comercialização solidária, além de abordar os desafios e perspectivas da Instituição ao longo dos anos. Em seguida, houve visitas técnicas às propriedades dos associados Seu Zê de Tonha, Rafael e Pedro, onde foram observadas tecnologias sociais e práticas de base agroecológica, como cultivos em curva de nível, consórcios culturais, beneficiamento de produtos da agricultura familiar, adubação verde, cobertura morta e manejo integrado da paisagem.

As visitas evidenciaram a importância do desenho de sistemas diversificados, inspirados na dinâmica das florestas de alimentos, para ampliar a oferta de alimentos saudáveis, proteger a biodiversidade local e aumentar a capacidade de retenção hídrica e fertilidade dos solos.

Finalizando o momento com um painel de especialistas, em que agricultores e agricultoras, convidados e representantes institucionais puderam compartilhar experiências e dialogar sobre a convivência com o Semiárido. Os intercâmbios favorecem a troca horizontal de saberes entre agricultores e agricultoras, validando conhecimentos locais e estimulando a inovação adaptada ao contexto do Semiárido. Acelerando a adoção de práticas agroecológicas ao permitir a observação em campo de soluções técnicas, seus custos, resultados e desafios. Fortalecendo também redes de cooperação, criando vínculos entre famílias, associações e parceiros institucionais que sustentam processos de formação continuada.

A Agroflor reafirma seu compromisso com a promoção da agroecologia, o fortalecimento da agricultura familiar e a construção de territórios resilientes às mudanças do clima. Seguiremos investindo em processos formativos, intercâmbios e parcerias que valorizem a sociobiodiversidade e garantam alimentos saudáveis para as comunidades de Bom Jardim e região.

Um mundo melhor é possível!

Redação: Glaydson Queiroz.

Publicado dia: 09/07/2026.

AGROFLOR sedia Encontro Territorial do Agreste Setentrional e fortalece mobilização para o Projeto Mutirão.

Representantes da sociedade civil, instituições públicas e lideranças territoriais discutiram estratégias para ampliar as ações da Economia Solidária no Agreste Setentrional de Pernambuco.

A sede da AGROFLOR, em Bom Jardim (PE), recebeu no dia 3 de junho o Encontro Territorial do Agreste Setentrional de Pernambuco, reunindo 26 participantes entre representantes da sociedade civil, instituições públicas e lideranças políticas da região. O objetivo principal foi apresentar o Projeto Mutirão e definir os encaminhamentos para a participação do território no evento de lançamento da iniciativa, que ocorreu no dia 12 de junho.

A abertura do encontro foi conduzida pela coordenadora-geral da AGROFLOR, Eliene Hermínio, que destacou a importância da união e da participação coletiva para o fortalecimento das ações territoriais. Ao longo da programação, os participantes debateram desafios e oportunidades para a agricultura familiar, as feiras agroecológicas e a ampliação das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural sustentável.

Um dos destaques da atividade foi a participação virtual de Maria Severina (Nina), integrante do Comitê Gestor do Projeto Mutirão. Durante sua fala, ela apresentou o histórico de construção da iniciativa, resultado de um processo coletivo iniciado em 2023 e viabilizado por meio de emenda parlamentar destinada ao fortalecimento da Economia Solidária em Pernambuco.

Nina explicou que o projeto atuará em diversos territórios do estado, promovendo oficinas de planejamento, monitoramento, comunicação e acesso a mercados, além da realização de uma plenária estadual para avaliação e articulação das ações desenvolvidas. Também ressaltou que o Mutirão permanecerá aberto à participação de organizações, grupos e empreendimentos que atuam ou dialogam com a Economia Solidária.

Na sequência, João Ribeiro e Paulo Bandeira aprofundaram a apresentação do Projeto Mutirão, abordando seus objetivos estratégicos, princípios metodológicos e propostas para fortalecer as redes territoriais de cooperação, a autogestão e o desenvolvimento sustentável. A discussão também reforçou a necessidade de ampliar a organização dos agricultores familiares e criar condições para agregar valor e ampliar a comercialização da produção local.

Durante os debates, os participantes destacaram a importância da mobilização de agricultores, agricultoras, artesãos, agentes culturais e gestores públicos para fortalecer as iniciativas de Economia Solidária no território. Também foram levantadas propostas voltadas à ampliação do acesso à informação e ao acompanhamento das políticas públicas destinadas à agricultura familiar.

Como encaminhamento do encontro, foram definidos os representantes do Agreste Setentrional que participaram do lançamento oficial do Projeto Mutirão, fortalecendo a presença do território na construção das ações estaduais da Economia Solidária.

O Encontro Territorial reafirmou o compromisso das organizações e lideranças locais com a construção coletiva de alternativas de desenvolvimento que promovam inclusão produtiva, geração de renda, valorização da agricultura familiar e fortalecimento da Economia Solidária em Pernambuco.

Redação: Eliane Nery e Glaydson Queiroz.

Publicado dia: 19/06/2026.

A Agroflor iniciou os procedimentos para a execução de um importante projeto de acesso à água no Estado, integrando a política pública de convivência com o semiárido promovida pelo Governo de Pernambuco.

A iniciativa faz parte do projeto estadual de construção de cisternas, que contará com um investimento total de R$40 milhões. Os recursos são executados por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, do Governo Federal. O objetivo é a construção de aproximadamente 4,6 mil cisternas em 38 municípios pernambucanos afetados pela estiagem, ampliando o acesso à água para consumo humano e produção de alimentos.

A seleção dos municípios contemplados foi realizada a partir de critérios técnicos estabelecidos pelo Governo Federal, considerando especialmente o grau de vulnerabilidade das populações rurais e priorizando localidades ainda não atendidas pelo Programa Cisternas. O projeto está estruturado em diferentes lotes, distribuídos entre organizações da sociedade civil habilitadas para sua execução.

Nesse contexto, a Agroflor foi contemplada com o Lote 3, que prevê a implantação de tecnologias sociais de acesso à água para consumo humano, sendo esta, a cisterna de placas com capacidade para 16 mil litros. A atuação abrangerá municípios das regiões da Mata Sul, Agreste Central e Agreste Setentrional de Pernambuco, incluindo Carpina, Casinhas, Chã Grande, Cupira, Frei Miguelinho, Limoeiro, Pombos, Santa Cruz do Capibaribe, Toritama e Tracunhaém.

Os demais lotes do projeto estão sob responsabilidade de outras organizações selecionadas, que também atuarão na construção de cisternas com diferentes capacidades, incluindo modelos de 52 mil litros, ampliando o alcance das ações e atendendo às diversas necessidades das comunidades beneficiadas.

Com duração prevista de 12 meses, o projeto tem como principal objetivo promover a segurança hídrica e melhorar a qualidade de vida de famílias em situação de vulnerabilidade social afetadas pela seca no Estado. Nesta etapa inicial, as atividades estão concentradas na formação das comissões municipais e no processo de seleção das famílias que serão beneficiadas. As comissões desempenham um papel estratégico, pois permitem identificar as demandas locais, reconhecer potencialidades e orientar a implementação de ações mais eficazes e alinhadas à realidade de cada território.

Nesta primeira etapa, 5 comissões municipais foram formadas para dar início às atividades nos territórios, sendo estas, as comissões de Casinhas, Frei Miguelinho, Limoeiro, Carpina e Tracunhaém, possibilitando o diálogo por etapa, ficando os demais municípios para as próximas fases do projeto.

Um mundo melhor é possível!